Este texto ofrece un debate sobre los programas sociales destinados a la infancia en Argentina en la actualidad, y las continuidades que aún persisten con las  prácticas paternalistas del sistema tutelar a la luz de los modelos de protección social.
Las actuales políticas sociales destinadas a la infancia, mantienen prácticas propias del sistema tutelar que ha dejado de funcionar en la Argentina desde hace más de cuatro años. De este modo, se observa que persisten las ideas de corrección o sanción de las familias pobres a quienes a principios del siglo XX se las consideraba en  peligro moral y material y hoy en día, en situación de vulnerabilidad social. Así en la actualidad las políticas sociales mantienen las prescripciones normativas e ideológicas sobre las familias. A su vez, vistas a la luz de los derechos sociales económicos y culturales, no logran garantizar los derechos en cuanto ciudadanos sino como portadores de necesidades previamente acreditadas. Finalmente, argumenta que estas políticas atienden las consecuencias y no las causas que llevan a la pobreza infantil.

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Infância e políticas sociais na Argentina: que política pertence a cada tipo de família?

Esse texto oferece um debate sobre os planejamentos sociais destinados à infância, na atualidade, na Argentina e as continuidades que ainda persistem com as práticas paternalistas do sistema tutelar no contexto dos modelos de proteção social.   As atuais políticas destinadas à infância conservam práticas próprias do sistema tutelar que tem deixado de funcionar na Argentina há mais de quatro anos. Desse modo, observa-se que persistem as idéias de correção ou punição das famílias pobres que no princípio do século XX eram consideradas em perigo moral e material e hoje são consideradas em situação de vulnerabilidade social. Na atualidade as políticas sociais mantêm prescrições normativas e ideológicas sobre as famílias. Por sua vez, à luz dos direitos sociais, econômicos e culturais, não conseguem garantir os direitos como simples cidadãos senão como cidadãos com necessidades previamente acreditadas. Finalmente, argumenta que essas políticas ocupam-se das conseqüências e não das causas que originam a pobreza infantil.

 

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